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SEM TESTES ANIMAIS

11.07.2019

SEM TESTES ANIMAIS

 

Dia 4 de outubro é comemorado o Dia Mundial dos Animais! Será que eles têm o que comemorar? Você já tentou imaginar o sofrimento dos animais que são utilizados como cobaias nos testes...

 

 

Pense como seria o mundo se todos os fabricantes de cosméticos parassem de fazer testes em animais? E, em vez disso, investissem em pesquisas científicas para o desenvolvimento de outros métodos?

 

Antigamente, agências reguladoras e órgãos sanitários governamentais exigiam que esses procedimentos fossem realizados em animais. Porém, com o surgimento de tecnologias que suprem os testes, os consumidores conscientes e bem informados começaram a questionar essa prática.

 

 

 Na indústria cosmética, os testes são realizados para prever se um novo composto químico ou produto pode causar algum tipo de efeito nocivo nas pessoas. Para garantir que isso não ocorra, é possível utilizar estratégias integradas de testes, com diferentes métodos complementares. Associados, eles garantem a segurança e a eficácia dos produtos cosméticos. 

 

O problema é que as praticas e estratégias para substituir os testes nos animais podem aumentar os custos de produção. E é por isso, que muitas marcas não querem investir na substituição dos testes em animais.

E a quando você adquire um produto de uma indústria que não se preocupa com o bem-estar dos animais. Qual a mensagem social que o mercado recebe? Tanto faz causar sofrimento e dor aos animais, o cliente não está nem aí para essa causa. Então somos responsáveis, e temos o poder nas mãos. Compre insumos cosméticos que tenham esse selo.

 

 

 

 

Procedimentos e tecnologias que podem substituir os testes em animais:

  • Entender a estrutura química dos ingredientes e simular seus efeitos e riscos em ferramentas computacionais conhecidas como in silico.

  • Por meio de um software especializado, avaliar se os ingredientes podem causar efeitos como aumento de colágeno, fibras elásticas, alergia ou toxicidade sistêmica.

  • Identificar como os ingredientes se comportam nos ensaios biológicos e pesquisar seus benefícios ou danos aos tecidos vivos.

  • Realizar testes em pele e córnea 3D desenvolvidas em laboratórios e estudar se os ingredientes podem ativar o DNA das células.

 

Realizar diversos testes ao longo do desenvolvimento é essencial, já que um único método não é capaz de garantir a eficácia e a segurança dos insumos. Com base em todas essas informações, é possível calcular quantidades seguras de cada substrato presente nas fórmulas, considerando o público consumidor, tipo de produto e periodicidade de uso.

 

 

Além de tudo, no caso da Bioortomolecular, terapia que idealizei, o compromisso com a vida não para por aí! Só indicamos após as avaliações produtos com selo verde que indica uma preocupação com o meio ambiente. Por isso, além de pensar em alternativas para testes em animais, produtos com selo verde, não indicamos cosméticos que tenham químicas agressivas como petrolatos, formaldeídos, parabenos, nicotinato de metila, propilenoglicol e trietanolamina.

 

Fiquem atentos a marcas que têm o símbolo de um coelhinho ou usam as expressões cruelty free ou “não testado/ testamos em animais” nas embalagens dos produtos que forem usar.

 Divulguem essa informação. Assim mais profissionais vão poder se esclarecer sobre o assunto e minimizar o sofrimento de animais indefesos.

 

Saiba mais sobre a Bioortomolecular no video abaixo.

 

 

 

 

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